sábado, março 13, 2010

Um Rio espectacular!

PR RECUSA CARTA DA OMUNGA

Legenda: ZéTó e Manuel Vieira
NOTA DE IMPRENSA PRESIDÊNCIA RECUSA-SE A RECEBER CARTA DA OMUNGA A OMUNGA vem a público reclamar o facto da presidência da República não ter aceite receber a carta que dirigiu ao Exmo. Sr. Presidente da República, a 10 de Março de 2010, com a REF.ª: OM/ 042 /10, com o ASSUNTO: RECLAMAÇÃO CONTRA AS DEMOLIÇÕES NA CIDADE DO LUBANGO (em anexo). A OMUNGA aproveita ainda para expor a sua indignação por tal facto que considera um desrespeito ao cidadão e às organizações da sociedade civil. De forma a que não venham a surgir justificativas de não intervenção por parte do Presidente da República, por falta de informação sobre as acções de demolições massivas que estão a ocorrer na cidade do Lubango, a OMUNGA solicita a todos os meios de comunicação públicos e privados que publiquem e divulguem a referida carta. José António Martins Patrocínio Coordenador

RECLAMAÇÃO CONTRA AS DEMOLIÇÕES NA CIDADE DO LUBANGO

NOTA DE IMPRENSA RECLAMAÇÃO CONTRA AS DEMOLIÇÕES NA CIDADE DO LUBANGO
A OMUNGA, vem por este meio demonstrar a sua indignação em relação às demolições que estão a ocorrer na cidade do Lubango, de acordo a informações postas a circular.A OMUNGA, vem por este meio demonstrar a sua indignação em relação às demolições que estão a ocorrer na cidade do Lubango, de acordo a informações postas a circular.
Na devida altura, a OMUNGA tornou pública a sua inquietação em relação à possibilidade de que viesse a acontecer tal acção. Aclamou publicamente para que fossem tomadas medidas de forma a respeitarem-se a Constituição de Angola e os demais tratados de direitos humanos no que se refere a esta matéria.

Perante tais factos, a OMUNGA está neste momento a envidar todos os esforços que permitam a recolha de toda a informação que demonstre as violações de direitos humanos por mais um processo de demolições massivo levado a cabo pelas estruturas do Estado de Angola.

A OMUNGA lembra que entre várias recomendações feitas ao Estado de Angola a 12 de Fevereiro de 2010, aquando da revisão de Angola pelo Mecanismo de Revisão Periódica do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, e que esperamos que sejam aceites e respeitadas, salientamos:
131. Adoptar medidas legislativas definindo estritamente as circunstâncias e salvaguardas relacionadas com acções de despejo e parar com todos os despejos forçados, até que tais medidas sejam estabelecidas;
134. Fazer um convite ao Relator Especial para o direito à habitação condigna, de forma a obter uma opinião ou conselho independente referente ao desenvolvimento de legislação e políticas conforme os padrões internacionais;
135. Tomar as medidas necessárias para garantir que a acção de despejo seja a última saída e adoptar legislação e directrizes que definam, especificamente, as circunstâncias relevantes e as salvaguardas para o momento em que a acção de despejo for levada a cabo;
136. Providenciar a necessária assistência às pessoas despejadas, especialmente aos membros de grupos vulneráveis, incluindo mulheres, crianças e idosos; Nesta conformidade, a OMUNGA solicitou à Assembleia Nacional a criação urgente de uma comissão que investigue e avalie a amplitude do processo de demolições em curso na cidade do Lubango.
Solicitou ainda ao Exmo. Sr. Presidente da República que ponha fim imediato a tal acção, que exija o cumprimento de todos os pressupostos exigíveis para acções do género e que instaure um processo que permita o desenvolvimento de uma investigação que venha a apurar os factos e punir os responsáveis, sob pena do Exmo. Sr. Presidente da República ser responsável por todas as violações de direitos humanos que estejam a ocorrer ou que advenham de tal acção de demolições.
A OMUNGA apela a toda a sociedade, à comunidade internacional e aos organismos internacionais de direitos humanos que intercedam junto do Estado de Angola no sentido de exigir o fim de todas as demolições e desalojamentos forçados em Angola.
Acreditamos, sinceramente, que o bom senso orientará o Exmo. Sr. Presidente da República, o Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Nacional e todos os Exmos. Srs. Deputados à Assembleia Nacional.

Demolições na Huíla

As demolições de casas ao longo da linha férrea no perímetro de 50 metros que iniciaram Domingo passado, 7 de Março, continuaram até hoje. Fontes seguras disseram que praticamente o eixo urbano da linha já foi todo limpo – casas demolidas. As últimas demolições feitas ontem toleraram a demolição de casas que estão no perímetro de 20 a 30 metros, ao contrário dos primeiros dias.
A Emissora Provincial da Huíla e a TPA ao nível local continuam a não divulgar informações sobre o que está ocorrer nas demolições, que é totalmente de interesse público. Também, nenhum correspondente da rede nacional pública de rádio difusão passou esta notícia. Hoje pela manhã, passou uma peça na EPH duma entrevista de uma mulher desalojada que dizia ter sido desalojada e ter recebido condições para reerguer a sua casa noutro lugar.
Não houve até agora nenhum balanço do Governo sobre estas demolições. Várias fontes falam de 7 mortes no total, sendo uma criança que caiu do camião que transportava pessoas desalojadas, uma criança que foi atropelada por carros do Governo que fugiam o apedrejamento de populares no bairro Canguinda, no Domingo, dia 7, um adulto que desmaiou aquando da demolição da sua casa e acabou por morrer hoje no hospital Central. Entretanto, a família do finado já está na Tchavola, lugar onde está a ser depositada a população desalojada, mas não tem lugar para fazer o óbito. Outras pessoas que morreram incluem crianças que teriam ficado numa das casas demolidas .
Estão a ser distribuídas parcelas de terras aos desalojados e até hoje já tinham sido entregues cerca de 500 parcelas. Nem todos tiveram acesso as tendas que não chegaram para todos. Certamente que deve haver gente que não foi para Tchavola, mas sim reinstalou-se na cidade pelos seus próprios meios, embora tendo direito e acesso ao terreno.
Há informações de tensões e conflitos entre os habitantes locais da Tchavola e os novos inquilinos que estão a ser depositados lá, por causa da terra. Ou seja, as lavras dos habitantes locais estão a ser cedidas aos desalojados e isso está criar problemas entre eles. Diz-se que é o soba local que está a liderar a insatisfação e rejeição popular.
Hoje de manha a Emissora Provincial da Huíla passou uma noticia do corresponde do município de Quipungo dizendo que as demolições de casas que estão no mesmo perímetro não permitido ao longo da linha férrea e as casas que foram construídas por debaixo da Linha de alta tensão que conduz energia eléctrica da barragem da Matala para o Lubango e Namibe, também vão ser demolidas em breve.
Ainda hoje de manha, o Consórcio Terras da Huíla, uma Rede Social de Organizações da Sociedade Civil que inclui Igrejas na Huíla, fez uma reunião para analisar o contexto e a situação concreta das demolições e vai emitir um comunicado que expressa a sua posição sobre a situação.
Fala-se em surdina que as ordens de demolição de casas partem do Governo Central, nomeadamente do Gabinete Nacional de Reconstrução. Para além da limpeza ao longo da linha férrea fala-se da previsão de projectos turísticos ao longo da cordilheira montanhosa onde se situa a estátua do Cristo Rei.
Portanto, estas demolições fazem parte dum processo faseado, isto é, a segunda fase inclui as casas que estão supostamente em zonas de risco como o bairro suburbano do Ferrovia, que já receberam notificação do governo para saírem em 15 dias.

segunda-feira, julho 13, 2009

Crise nos caminhos de ferro

Crise económica mundial obriga a redução do investimento para a reabilitação e desenvolvimento dos caminhos-de-ferro em Angola. Um volume de cerca de dois mil milhões de dólares foi lançado a cerca de 5 anos pelas autoridades angolanas para fazer das três linhas de ferro do país funcionais. Hoje o resultado do investimento vindo de uma linha de crédito da China começa a ser questionado. Do gigante asiático já não chegam novas remessas de dinheiro, igualmente devido a crise económica. Era desejo de Angola concluir totalmente com o processo até ao final deste ano. A falta de agilidade no trabalho, as minas no terreno e a falta de salários para os trabalhadores angolanos sub contratados por empresas chinesas emperram o sucesso da reabilitação. Dos três caminhos-de-ferro, o mais importante liga Benguela, no litoral centro de Angola junto ao Oceano Atlântico á Zâmbia e Congo Democrático. A reabilitação vai á meio e o comboio este ano não poderá apitar nos países vizinhos.

Lubango em musica nova

A banda juvenil Showas da Huíla vai lançar, em Agosto próximo, na cidade do Lubango (Huíla), a sua terceira obra discográfica intitulada "Showa", informou o seu produtor, Paulo Gaspar.
Em declarações à Angop, Paulo Gaspar disse que o CD, com 15 faixas musicais, será lançado no quadro do programa cultural das Festas da Nossa Senhora do Monte.
Orçada em mais de 50 mil dólares americanos, gravada e editada nos estúdios da promotora Showas Produções (Huíla), o álbum foi masterizado e captado na Holanda pelo produtor Patino. Revelou que a obra teve participações de músicos como Anselmo Ralph, Michela, ED-N (Namibe), Alexandre Pires e Jonny Ramos, obedecendo aos Semba, zouck, R&B, tendo numa primeira fase sido tirados 15 mil exemplares.

sábado, junho 13, 2009

Os homens que partilham comigo o dia, o ano de aniversario. Sakamoto, MV e Luandino!

TAAG e a Europa

As inspecções de peritos da União Europeia farão a TAAG, vão encontrar a companhia em melhor posição do que estava há cerca de dois anos quando foi proibida de voar no espaço aéreo europeu. A TAAG que quer reverter os momentos do passado.
O diploma emitido pelo Instituto Nacional de Aviação Civil, órgão regulador, habilita a TAAG a submeter-se ao crivo dos peritos da União Europeia, que em Maio de 2007 detectaram uma série de inconformidades nas operações da companhia.
A maior parte dos aviões não dispunha de manuais actualizados, procedimentos normais de segurança não eram respeitados e os normativos referentes ao despacho de voos, e gestão de pessoal de cabine também eram violados.
A 22 de Maio passado a TAAG e o INAVIC passaram com sucesso a um levantamento conduzido pela IATA, Associação Internacional de Transportes Aéreos.
Alem das TAAG foram banidas do espaço aéreo europeu, 56 outras companhias de varias origens. Com estes novos temas, o que dizer da segurança aérea nacional? Estamos em condições para voltar a voar para a Europa?
Segundo se sabe o INAVIC devera empenhar-se na certificação de 19 outras companhias registadas em Angola, sendo que apenas uma, a Sonair, subsidiária da Sonangol cujos aviões estão registados nas Bermudas, está habilitada a voar para a Europa.
Fonte VOA

sábado, junho 06, 2009

Duas novas zonas industriais na Huíla

O governo da Huíla vai, no decurso do ano 2009, lançar duas novas zonas industriais na província, que estarão localizadas no município do Lubango, informou segunda-feira o governador local, Isaac dos Anjos.
O governador, disse que uma linha será lançada na comuna da Arimba, em direcção à Vila “Paula” (leste da cidade) e a outra na zona do Caculuvali, até as três pontes.Isaac dos Anjos frisou que, para a implementação destes projectos, estão estimados investimentos público-privados avaliados em mais de 77 milhões de dólares norte-americanos, dos quais apenas perto de 188 milhões de Kwanzas serão financiados pelo Estado.
Com estas duas novas zonas industriais, a Huíla passará a ter seis, localizadas no Lubango, na Humpata e na Matala.Isaac dos Anjos revelou que um programa adicional aos grandes investimentos públicos será apresentado brevemente, com vista a se complementar os projectos de âmbito nacional.
Neste segmento, o governador apelou aos administradores municipais a uma utilização racional dos recursos a serem postos à disposição e a observarem uma conduta de contenção exemplar, própria de um servidor público, para que se restaure a confiança dos munícipes e o prestígio da autoridade do Estado.
Quanto ao Programa de Investimentos Públicos para 2009, o governante fez saber que estão previstas a construção das faculdades de economia, de direito e medicina.Avançou que serão abertos novos troços de estradas, nomeadamente, Caconda/Chipindo, Quilengues/Cacula, Lubango/Tundavala, Lubango/Chibemba, Quilómetros 16/Palanca e Kuvango/Galangue.
Quanto aos investimentos feitos em 2008, avaliados em mais de dois biliões de Kwanzas, Isaac dos Anjos destacou a reabilitação de unidades sanitárias de Quilengues e Kuvango, que permitiram a um atendimento de 123 mil habitantes, a construção de 50 residências para quadros, a melhoria e aumento da oferta de água potável as sedes comunais e das condições de lazer dos cidadãos

quinta-feira, junho 04, 2009

A banda!

Um governador musculado!

O governador da Huíla convidou os professores que reclama melhores condições a procurarem outro emprego.
Numa província em que há um histórico de reclamações dos professores, enfermeiros e outros quadros, o pronunciamento do engenheiro Isaac Maria dos Anjos denota uma posição musculada.
Ao invés do dialogo, acreditados, que o governo arranca para a lei do bastão. Ao invés de falar, o governo da Huíla opta por soltar as garras. Mau, muito mau mesmo
Quando chegou a Huíla, nomeado pelo presidente em Outubro ultimo, o actual governador lançou uma nova era para o trabalho da média local, apelando a divulgação de criticas á governação.
Numa província com muitos problemas, a intelectualidade “corporizada” nos professores é espezinhada com palavras musculadas do governador.

terça-feira, junho 02, 2009

O fim de uma era ou há a "marosca" á caminho?

O Ministério da Comunicação Social cessou as funções das direcções gerais da Televisão Pública de Angola (TPA) e da Rádio Nacional de Angola (RNA), tendo criado comissões técnicas de reestruturação, no âmbito do seu Programa de Reestruturação e Saneamento Financeiro das Empresas Públicas do sector.

Segundo uma nota do Ministério da Comunicação Social, em cumprimento desta determinação, foram igualmente criadas Comissões Executivas encarregues de interinamente despachar os assuntos correntes das empresas.
As comissões são integradas por quadros do sector, técnicos do Ministério da Economia e consultores especializados para a área de reestruturação orgânica, funcional, administrativa e financeira e para a área da produção jornalística. Numa primeira fase, têm um período de seis meses passível de prorrogação, para conclusão dos trabalhos.
Fazem parte das comissões:
Para a Rádio Nacional de Angola, a Comissão Executiva é coordenada por Filipe Diatézwua, que trabalhará com Perpétua Cabral e Cândido da Rocha Pinto, enquanto a Comissão Técnica de Reestruturação é coordenada por Bartolomeu Sacramento, e integrada por Filipe Diatézwa e Lázaro Paulo.
Por sua vez, a Comissão Executiva da Televisão Pública de Angola é integrada por Hélder Bárber, como coordenador, bem como Gil de Almeida e Susana Mata. A Comissão Técnica de Reestruturação é composta por Sérgio Neto (coordenador), Hélder Bárber e Welwitchia Dos Santos.
A reestruturação insere-se no quadro do Programa Geral do Governo 2009/2012 e do Plano Nacional 2009, para o qual o Conselho de Ministros aprovou o Cronograma das Medidas Principais de Gestão Macroeconómica e Estruturais a implementar no decurso do corrente ano.
De entre as medidas a executar em 2009, encontra-se a reestruturação e saneamento financeiro das empresas públicas e adopção de modelos orgânicos de funcionamento e de gestão mais adequados.

domingo, maio 31, 2009

Falta de uso degrada RE no Sumbe

A falta de uso coloca em risco uma das estruturas da Radio Ecclesia no Kuanza Sul. Enquanto falta a ordem para inciar com o trabalho regular....
Na foto da esquerda para a direita, Almeida Sonhi, Madalena Cruz, MV e Jaime Mateus no estudio do Sumbe no ano passado, numa ronda por Angola antes da ida as urnas.

Lubango comemora 86º aniversário num clima de crescimento

Lubango, capital da província da Huíla, completa domingo 86 anos, desde que atingiu a categoria de cidade, em 1923, quando pela primeira vez o comboio do Caminho-de-ferro de Moçâmedes (CFM) apitou na urbe.
A octogésima sexta risonha primavera é comemorada numa altura em que a cidade renasce e procura o lugar de "jardim de Angola" perdido há vários anos, como consequência do desgaste de algumas das suas infra-estruturas, assim como do estado de "abandono" de parte das suas área de lazer.
A sua localização torna-o num dos pontos de confluência de todos que desejam cruzar Angola, tendo em conta os grandes atractivos turísticos, com destaque para o monumento do Cristo Rei, Cascatas da Huíla e da Hunguéria, fendas da Tundavala, do Bimbe e Serra da Leba. As três últimas, embora façam parte do município da Humpata, o seu acesso é feito a partir da capital.
Com um clima ameno durante todo ano, tropical de altitude a sua temperatura média anual é de 20 graus centígrados, sendo Julho o mês mais frio com os termómetros a registarem até quatro graus e Novembro o mais quente com cerca de 25 graus. A cidade tem excelentes perspectivas de crescimento no ramo de infra-estruturas. Com a realização do CAN2010, nota-se uma clara obrigatoriedade de crescimento da urbe em todos os sectores, desde a rede hospitalar, hoteleira, transportes até aeroportuária, uma dinâmica de desenvolvimento que projectará o município para os níveis desejados.
Nos últimos sete anos o município cresceu exponencialmente a nível de investimentos e prestação de serviços, assumindo o seu papel de pólo de desenvolvimento da província da Huíla, com duas potentes zonas industriais, ostentando um parque com mais de 80 unidades. Em curso está uma campanha de embelezamento da cidade, com o punho da sociedade civil, com apoio institucional da administração local, que passa pela eliminação dos focos de lixo, reconstrução de passeios, pintura de muros e edifícios, assim como a reposição da cintura verde.
A cidade do Lubango possui um Plano Director Municipal concebido em 2006 e com uma validade de 15 anos, que segundo as autoridades vai impor as regras de ocupação, uso e transformação do perímetro urbano, numa altura em que se verifica um crescimento populacional.
Com ele, as autoridades pretendem, não só reorganizar o Lubango, como também implementar novas estratégias que visem aumentar o número de equipamentos básicos, como o saneamento, água, energia, que se reverterão na melhoria da qualidade de vidas dos seus habitantes. O acesso a educação deixou de ser uma preocupação para as autoridades.
Neste capítulo não se pode passar ao lado o carácter universitário iminente da cidade que carrega consigo longos anos de uma tradição académica, patenteada recente pela criação da Universidade Mandume de Angola pelo Conselho de Ministros.
Apesar dos investimentos feitos nos últimos sete anos, superiores a um bilião de dólares, na cidade nem tudo é um "mar de rosas", a urbe vive ainda sérios problemas, principalmente os ligados as vias de comunicação internas, maior parte delas desgastadas pelo tempo e a pedirem renovação imediata. Localizado numa área de 3.140 quilómetros quadrados, a capital huilana tem uma densidade populacional estimada em quase dois milhões de habitantes, distribuídos em quatro comunas, nomeadamente, sede, Hoque, Arimba, Quilemba e outras 32 povoações.
(Por: Morais Silva, jornalista da ANGOP LUBANGO)

sábado, maio 30, 2009

O REGRESSO DO GRANDE WALDEMAR BASTOS

Um dos maiores ícones da música angolana de todos os tempos, Waldemar Bastos, está em vésperas de lançar em Luanda o seu mais recente disco.
Este tem a particularidade de vir com sucessos dele e de outros com um formato fantástico. Vai contar com o concurso da Orquestra Sinfónica de Los Angeles, onde o cantor vive radicado.
Waldemar “ confessou-me” isto numa grande entrevista que me concedeu em Fevereiro último. Estamos a espera. Força kota!

Clamor no deserto ou liberdade de imprensa?

Este ano a UNESCO, o organismo da ONU para a cultura, educação e ciência escolheu um tema sugestivo para assinalar o dia mundial da liberdade de imprensa.

“Os Potenciais dos Meios de comunicação social em divulgar o diálogo, o entendimento mútuo e a reconciliação” foi o lema.

É mais uma forma de se reflectir sobre o rumo da média angolana e não só, nestes tempos de crise económica e globalização no verdadeiro sentido da palavra.

Como está a nossa imprensa? É verdadeiramente plural, arejada defendendo o direito da população de estar informada e formada? O surgimento de novos órgãos e a contratação de mão-de-obra estrangeira parecem ser os principais desafios hoje verificados. Será uma utopia falar de liberdade de imprensa neste país, com interesses cada vez mais intrigados?

As conexões fazem de alguns órgãos prósperos (e sabe o diabo porquê?) e enquanto que a maioria dos jornais continua a minguar por uma fatia do suculento repasto que por ai vai.
Convenhamos, que a comunicação social em Angola está mais rica. Nasceram mais algumas estações de rádio, surgiu uma nova TV, desta feita privada, e vão aparecendo mais títulos de jornais.
A “Rádio Mais” vai a conquista do interior, a Ecclesia “navega” nos seus próprios lamentos e na obediência a lei que alguém teima em tolher todos os dias. È o cenário…

ATENÇÃO: Concurso da VOZ DA AMERICA #

" Amigos ouvintes, chamamos a vossa atenção para o concurso que o serviço em português da VOA está a promover:Trata-se de um concurso de fotografia digital.
Enviem-nos fotos dos vossos lugares, das vossas cidades, dos vossos países, de pessoas, de coisas, de eventos, fotos interessantes…Das fotos recebidas vamos escolher seis fotos por grupo: Angola, Moçambique, Cabo verde, São Tome e Príncipe, Guiné-Bissau, Brasil, e o resto do mundo…dessas seis a melhor será parte do nosso calendário de 2010, claro com a autorização do fotógrafo, e com crédito dado.O concurso vigora de 1 de Maio a 31 de Julho.
Em Agosto escolhemos as seis melhores.A melhor das melhores fotos receberá um rádio de manivela, e irá figurar no nosso calendário de 2010. As outras cinco receberão um relógio de mesa.Gostaríamos depois de colocar todas as fotos no nosso site e de as podermos usar, dando, evidente crédito ao seu autor.
Requisitos: fotos originais, de alta resolução (para uma boa reprodução), e com tamanho de uma foto normal.
Enviem as vossas fotos por correio electrónico para português@gmail.com (de preferência) ou paraportuguês@voanews.com Se enviarem por correio a reprodução da foto será um pouco mais difícil.Participe e passe palavra sobre o concurso ah família e amigos. Contamos com a vossa participação."
# Anuncio colocado a pedido da minha "antiga" chefe Ana Bela Guedes, chefe da secção em português da Voz da América em Washigton, DC.

Munícipes agastados com péssima qualidade nas obras recelagem asfáltica de algumas das vistosas ruas no Lubango.#

Lubango - Os trabalhos de recelagem do tapete asfáltico da rua (vulgo) da Ene, sendo também referência o cruzamento junto da Rádio Huila. Estão na base de imensos desabafos.
No (não)entender dos munícipes, a empresa encarregue do mesmo aplicou um material que deixa a brita solta, dificultando o atrito entre as rodas do veículo e o solo.
No programa 5ª feira à noite, a situação foi retratada numa crónica suficientemente frontal, ao ponto de pedir que, se era para brincar, o melhor é voltar já com um trabalho de adultos e não de crianças de colégio.
"Brincadeira tem horas, e a hora certamente não é essa", advertia uma voz sénior da rádio estatal. Os próximos dias são de expectativa, já que o (mau) trabalho está à vista de qualquer um.
# Texto de G. Patissa