domingo, maio 13, 2007

OBRAS NA ESTRADA DO KM/40 PERTO DO FIM

À beira da pista as coisas passam rapidamente pelos olhares apressados dos cidadãos obrigados a fazer todos os dias o mesmo caminho. Montes de areias em cores variadas, britas, caminhos de terra, marcas de rodas do chão, são imagens que poucas pessoas se interessam em registar e muito menos profissionais de construção civil, na verdade são eles os autores de obras de arte. Uma das principais obras rodoviárias na província da Huíla decorre no trecho que liga a cidade do Lubango, ao quilómetros 40, e que liga a capital huilana ao norte e leste da província pelos municípios de Quipungo e Matala, assim como Cacula e Quilengues. O director-geral da PLANASUL, empresa que executa as obras, Hernâni Silva garantiu que está a se cumprir com o plano de obras previamente elaborado, não obstante aos condicionalismos causados pelas chuvas. Assegurou que até Agosto deste ano, o percurso com cerca de 45 quilómetros será entregue e completamente recuperado. “A estrada Lubango / KM 40 terá uma largura de 8 metros em relação aos seis anteriores, ma espessura de 4 cm ”, realçando que será um percurso que vai responder as expectativas de desenvolvimento económico, assim como no aumento do tráfico rodoviário, tendo em conta a intensidade de desenvolvimento que o país observa. As obras de recomposição de pequenos trechos, sinalização horizontal, vertical e recuperação de pontes deverão estar concluídas até o fim do primeiro semestre deste ano. Iniciadas em Setembro de 2006, depois do processo de recargas de solos, abertura de valas de drenagem, começou o processo d colocação do pavimento asfáltico. O melhoramento das estradas é um sonho regional, tanto do lado dos huilanos, como dos habitantes das províncias vizinhas. Este sonho está se tornando realidade e o programa do governo que emprega investimentos de biliões de Kwanzas, prevê nos próximos anos na construção de estradas, pontes, na região leste e norte da província, com o objectivo principal de integrar mercados, tanto nacional como internacionalmente. As dificuldades de transporte e as chuvas têm sido apontadas como uma das principais razões para o atraso na execução das obras, mas o desejo dos empreiteiros de enfrentar o desafio de usar estas estradas como alavanca para um desenvolvimento, fala mais alto, por isso o trabalho não pára. A PLANASUL, é uma empresa que faz parte do grupo SOCOLIL, existe há três anos e cem por cento angolana. Surgiu para enfrentar os desafios que o Estado angolano traçou, em relação a reabilitação das infra-estruturas rodoviárias ao nível do país. Para de forma segura e competente desenvolver e executar as obras que a si foram confiadas a Empresa investiu nos últimos três anos 25 milhões de Dólares americanos no seu apetrechamento, segundo fez constar o seu director-geral, Hernâni Silva.
Estes investimentos, assegurou, recaíram para área técnica e administrativa e surgem da necessidade de enfrentar os desafios que o Estado traçou, em relação a reabilitação das infra-estruturas rodoviárias ao nível do país. “ (…) é nesta base que a Planasul organizou-se e apetrechou-se administrativa e tecnicamente de forma a cumprir com este objectivos traçados pelo Estado e estamos preparados para enfrentar qualquer desafio, o impasse é que o equipamento adquirido é moderno e vai de encontro as inovações tecnológicas”, referiu.
Hernâni Silva mostra-se, por outro lado, preocupado com a manutenção do mesmo, uma vez haver poucos técnicos no país para a manutenção de máquinas pesadas. Como solução, notou, a Planasul está a contratar técnicos estrangeiros, com a obrigatoriedade destes formarem angolanos nesta vertente.
Actualmente esta empresa, de cem por cento de direito angolano, trabalha nas obras de reabilitação das estradas, Cacula/Caconda, Quilómetro 40 / Matala com 132 quilómetros . Empresa do grupo SOCOLIL, existe há três anos, emprega 570 trabalhadores dos quais 30 expatriados de origem brasileira.
Por: Morais Silva

MCK: Um mestre sem cerimónias!!!

Alguém tinha reparado no som do MCK? ….eu, na minha pródiga ignorância ainda não! MC….para quem não sabe é acrónimo de Mestre de Cerimónias….ora cerimónia é coisa que este irmão não faz….não tem nada de timidez o primeiro album deste tipo! Nada daquela atitude “desculpem-lá-eu-quero-entra-nesta-cena-fazer-discos-e-portanto-vou-começar-sem-grandes-invenções” …a abrir a carreira um album cheio de sumo, cheio de som….cheio de africanidade. O video do single promocional tá absolutamente fantástico….podem vê-lo aqui. …a musica chama-se “Atrás do prejuizo” e narra o dia de um jovem angolano, é um conjunto de rimas discursivas….numa dicção clara e não repetitiva….o refrão é cantado por um clássico do Semba Angolano e a conjungação dos dois estilos está….simplesmente….FA-BU-LO-SA!!! …aliás todo o album aproveita a inspiração africana tradicional….e o mais incrivél é que às páginas tantas tás a ouvir um puto altamente criativo a rimar power atrás de power sobre a corrupção e banditismo, sobre a miséria e a degradação e na estrofe seguinte…..uma voz femenina a swingar uma ginga subtil em kimbundo….coisa mágica brother! coisa….mágica! transportamos santanás com os fatos e as gravatas luxuosos e negamos deus com actos ….é uma das coisas mais interessantes que o K(apa) manda logo na introdução do album. Adaptado de http://pedromoraiscardoso.wordpress.com/

De volta!!!

Depois de muito tempo sem colocar os ditos e os pensamentos neste " canto", eis-me de volta para " serrar" com a Chela no coração! Computadores e outras parafernalias a atrapalhar. Trabalho e muito stress, para variar, marcaram esta ausência. De volta estou e, portanto, de pedra e cal. Cá vamos nós!!!!!

terça-feira, abril 24, 2007

Palavras finais ao Luís

Mais um companheiro se foi. O Luís Pascoal, da TPA-Huíla, foi assassinado por desconhecidos, nesta segunda feira, na (agora violenta, demais) cidade do Lubango. Jornalista de imagem há 25 anos o Luís não resistiu aos ferimentos provocados pelos seus algozes, sem causa aparente. Alias, não há causa que justifica uma morte. Apesar das privações por que passava e não escondia isso, o Luís nunca virou a cara á luta.
Os encómios nesta altura não falham. O governo da província da Huíla foi o primeiro lamentando a morte do operador de câmara. Numa mensagem, o director provincial da Comunicação Social, João de Castro, afirmou ter sido com profunda consternação que as autoridades locais tomaram conhecimento da morte do repórter, endereçando à família enlutada e à TPA, profundos sentimentos de pesar.
Segundo a ANGOP, a polícia ainda não se pronunciou sobre o caso, uma vez estarem a decorrer as investigações.

sábado, abril 21, 2007

Aproveitamento dos quadros nacionais e estrangeiros – uma questão de origem, competência ou complexo?

Durante muito tempo, os angolanos foram habituados à reflexão segundo a qual o recurso mais importante de uma nação são os homens, os seus quadros. Com o nascer da primeira república, em 1975 milhares de angolanos foram enviados para vários países. Cuba, a então URSS, as antigas Jugoslávia e Checoslováquia entre outros , receberam os potenciais quadros angolanos. A estes juntam-se outros cidadãos que durante o período colonial foram para Portugal formar-se em varias áreas. Como resultado desta política, tanto do estado como de instituições privadas, Angola recebeu engenheiros em várias áreas; biólogos, professores; médicos, jornalistas entre outros. Se durante o período de partido único a inserção era feita de maneira rápida com os famosos encaminhamentos para os locais de trabalho, com a abertura do país à economia de mercado as dificuldades começaram. Para alguns a questão era de se deslocarem aos locais de origem, mas para outros a questão era procurarem zonas tidas como mais atractivas. A falta de incentivos no interior do país fez com que muitos quadros e bem formados optassem por viver em Luanda, onde teoricamente a vida seria mais facilitada. Outros, regressados ao país com muitas expectativas viram-se relegados a segundo plano. Aqueles que os haviam enviado já não garantiam emprego. E como se isso não bastasse, assistem impotentes a uma espécie de discriminação, segundo a qual se dá precedência aos expatriados. Como são aproveitados estes quadros nos dias que correm? È real a informação segundo a qual há muitos doutores e outras pessoas formadas superiormente recorrendo ao mercado paralelo para sobreviverem? – como de resto diz um ouvinte nosso no indicativo deste espaço- depois do estado ter investido milhares de dólares com o INABE, para a formação destas pessoas, como encontrar políticas consentâneas para a inserção destes quadros no mercado de trabalho?

sexta-feira, abril 20, 2007

IMAGENS DE LUANDA

A ferocidade da vida caminha a passos largos com a pobreza. São visíveis a olho nu, nas ruas de Luanda, nas paragens de candongueiros, nos autocarros e nas longas filas de marchantes imagens que nos lembram filas intermináveis de contratados e escravos do sertão ao embarcadouro.
Escravos sim. Duma vida que vê degradados os seus valores mais elementares como o humanismo, a solidariedade e o amor ao próximo. Apenas de forma isolada nos “surpreendemos” com gestos amistosos de quem deixa a cadeira para um idoso, a uma mulher grávida ou com criança ao colo, ou ainda o apaziguamento de uma contenda.
Acabei de ver um sujeito das FAA a esmurrar em plena luz e sem causa aparente um jovem que por sinal até se dirigia à oficina em que trabalhava. Motivo: Escorregou na lama que encobria o asfalto e tocou-lhe na farda.
Desumanamente todos passamos. Ninguém socorreu o jovem que sangrava nas narinas. Também ninguém repreendeu o sargento.

O poder das ideias, acima das ideias do poder!

“ O poder das ideias, acima das ideias do poder” eis a divisa de alguns que julgam, certamente, que o melhor é estar com a mente perfeitamente definida sem vender da alma para depois “ reclamar o sol”. Que não haja, mais uma, GERAÇÃO DA UTOPIA.

quarta-feira, abril 18, 2007

O Quanto o Mercado te Deve!

Durante as Férias no Lubango fui à Rádio 2000. Foi lá onde pela primeira vez sentei-me numa redacção de notícias de rádio para trabalhar. Também, foi naquela rádio contentorizada em que pela primeira vez realizei e apresentei um programa: o «Estão dos Novos».
Na verdade era uma co-realização e apresentação com o Valentino Mateus e Técnica de Mário Pereira. Um programa que até hoje é uma referência na história do entretenimento radiofónio local. Durou três anos, não foi tempo curto, mas sim o suficiente para não mais sair da memória de quem ouviu, ainda que tivesse sido apenas uma única edição.
O QUANTO O MERCADO TE DEVE!
Também foi lá onde aprendemos a ser «pau para toda obra», ao lado de nomes como, Manuel (Pedro ) Vieira, Celestino (Manuel ) Gonçalves, Fernando dos Santos (Sambingo), Nara Roque, Regina Reis, Cláudio Dias, Gabriel Niva, Nádia (de Deus) Camate, Francisco Gonçalves, Valentino Mateus (Jambela) e outros. Alguns ainda estão no activo. É caso de Celestino Gonçalves, Editor da Rádio Huíla ( do grupo RNA), Manuel (Pedro) Vieira, Editor Chefe da Rádio Ecclesia (RE), Nádia Camate, realizadora dos programa Auto Estrada e Educar para a Saúde, bem como apresentadora do jornal as 18h:30' da RE, Gabriel Niva, apresentador programa Kais FM da RE, Valentino Mateus, correspondente da RE na Huíla. Mas a vida dá muitas voltas e nessas voltas a vida das pessoas vai sofrendo metamorfoses, algumas das quais radicais.
Fernando dos Santos, Ex-Editor da Rádio 2000, agora é oficial de informação do Comité Inter Ecclesial para a Paz em Angola (COIEPA), aqui em Luanda, na Nara Roque trabalha agora para Angola Telecom no Lubango, a Regina Reis agora é funcionária de um prestigiado banco, no Lubango, Cláudio Dias dedica-se a criação e produção de publicidade numa agência da qual é sócio, no Lubango e Francisco Gonçalves a trabalhar para ONG americana, aqui em Luanda. Na 2000 fazíamos tudo mais alguma coisa. Se calhar seja por isso que onde cada um está conseguiu e consegue adaptar-se.
2000, O QUANTO O MERCADO TE DEVE!
Da 2000 toda essa gente tem boa memória dela, por tudo que passaram ( coisas boas e más). É o caso de Alves da Silva, João (Manuel Osvaldo) Pinto, António de Sousa (Simbo), Joaquim Gonçalves, Manuel Esperança (Simbandambi), a Horvanda Andrade, Horácio (de Sousa dos) Reis, agora também na sua agencia de publicidade a «Alfa Publicidade».
O QUANTO O MERCADO TE DEVE!
Ah, o Horário de Sousa é sócio da Rádio... Mas seja como for já não trabalha directamente na comercial. Nessas férias encontrei-me também com o pessoal do Jornal de Angola, no Lubango, o Morais Canâmua, quis tanto encontrar-me com Estanislau (João da) Costa, mas não consegui. Mas falamos ao telefone. BENEDITO JOAQUIM ( http://comunicador.blog.com/)

Um abraço ao Orlando Castro!

Para mim é um dos “bloguistas” de primeira hora. Luso- angolano, com grandes referencias para as terras de Epalanga, Mutu e Katyavala. Li e reli os seus textos, inflamados de verdade, volta e meia, transportando alegria, mas cáusticos para com o “ sistema de coisas” que observamos estar a fazer morada entre nós! Eis o abraço ao Orlando Castro!
O senhor, algures pelo norte de Portugal, nunca virou a casaca, uma das coisas que me faz admirar o “escriba”, antes do homem. A meu ver, a treta (entenda-se como fronteira) entre o escriba e o homem é ténue. Em Angola ainda é maior, pois, os “ poucos que têm muito tentam até comer as cabeças e barrigas dos muitos que nada têm. Grande pena! Ainda bem que onde haver uma verdade, tentem os “ opressores”, a verdade permanecerá.
Eis o abraço ao Orlando Castro!
Em tempos, numa dessas noites estive a conversa com um dos mais destemidos jornalistas angolanos. Questionei-lhe sobre o Orlando Castro. Falamos e falamos. Por pouco comprometiamos o horario que estabeleceu com um confrade meu na Rádio Ecclésia, onde trabalho, para uma resenha crítica sobre a actualidade africana.
Acredite, pois, meu caro Orlando, este foi o mote para vários minutos de amena cavaqueira sobre o jornalismo. Algumas dessas notas lançadas no (muito) visitado www.altohama.blogspot.com .
O nosso “ dedo de conversas” ( e ele sabe, o meu intercolutor, que devia ecrever sobre isso) foi sobre reviravoltas do nosso jornalismo, quedas, contra - quedas e a necessidade de sermos firmes, mesmo com a “ pena” prestes a ser devorada por um leão faminto…. Eis o abraço ao Orlando Castro!

Morreu um padre dedicado ao sul de Angola

Morreu no domingo passado o padre Serafim Lourenço, vítima de morte repentina. O sacerdote que tinha mais de 80 anos, de nacionalidade portuguesa, trabalhava na missão do Munhino, na arquidiocese do Lubango, província da Huíla. O malogrado missionário desenvolveu a maior parte da sua missão nas terras do Sul do país. O seu enterro aconteceu na segunda-feira, depois da missa de corpo presente, no cemitério da missão da Huíla. (Humildemente inclino-me a sua memória. Um dos seus livros tem sido, amiúde, usados na série “ 1ponto de história", particularmente sobre Caconda, de que o padre Lourenço tanto falava)

sábado, abril 14, 2007

Delinquência Juvenil – um mal social

Nos últimos tempos a sociedade angolana despertou e mobiliza-se contra um dos fenómenos que mais preocupa os cidadãos da capital e demais províncias: a criminalidade.
O fenómeno social da delinquência juvenil ganha, assim também, uma importância capital na analise a situação. Volta e meia, damos de caras com jovens de tenra idade, que deviam estar na escola, empunhando armas de fogo ou brancas para ferir ou mesmo matar pessoas sem dó nem piedade, em caso de resistência. Nas grandes cidades, como é o caso de Luanda, os assaltos multiplicam-se todos os dias. Já não se assalta com a cumplicidade da noite mas à luz do dia.
Em algumas zonas, bandidos e salteadores tomam residências ou ruas impondo restrições na livre movimentação de pessoas e meios. Especialistas estudam o fenómeno, a policia faz a sua parte, mas ao que tudo indica as soluções tardam. O que está por detrás deste fenómeno? O que leva as pessoas ao crime desenfreado? Serão causas económicas, desintegração das famílias ou problemas mais profundos? Propomos, pois a discussão do tema da delinquência juvenil olhando para as possíveis causas do fenómeno: Cinco anos depois da paz, como se encontram algumas crianças angolanas? - Crianças totalmente abandonadas à
sua sorte; crianças de rua e na rua; crianças expulsas de suas casas, pelos familiares, acusadas de feiticeiras. E quais os possíveis motivos? - Irresponsabilidade paternal, salários baixos dos progenitores ou encarregados de educação, a corrupção no sistema educativo, baixa ou inexistente assistência social, etc. O que se espera de uma criança nestas condições? Que futuro se pode prognosticar para essas crianças?
Com a idade não será o crime a única saída para concretização de sonhos aos quais todos têm direito? As sociedades pagam sempre caro pelos seus desleixos. Virar costas a crianças hoje, é negar-lhes um futuro decente amanhã. E isto cobra-se e paga-se caro…

quinta-feira, abril 05, 2007

Sem palavras....

Mais uma imagem " garimpada" da net ( com a devida vénia)

quarta-feira, abril 04, 2007

Serra da chela (3) - 1 pedaço de história

Na Huíla, a serra da CHELA domina tudo. Propriamente esta serra fica entre os concelhos de Lubango e Bibala, ou seja, entre Sá da Bandeira, Humpata e Vila Arriaga.
Há várias serras - e de Sá da Bandeira podem avistar-se as de CARNEQUE, NEGOMBE, MUCOTO e CANGOLA; mas desde a CHIBIA a VILA ARRIAGA, Sul de QUILENGUES, HOQUE, HUMPATA, CUROCA NORTE, com a altitude máxima de 2350 metros , tudo é conhecido genericamente por CORDILHEIRA da CHELA.
A povoação mais alta de Angola, é a VILA NOVA, no distrito do Huambo, com 1852 metros de altitude em relação às águas do mar.

Um sinal do sul (V)

Mercado do TCHIOCO, no Lubango. Fotos do blog http://www.distinus.blogspot.com/ de pm

Ele chama " Guerra dos mundos"

Uma linda imagem de Luanda . Uma foto extraída do de um dos blogs que mais visito: http://sdblog.wordpress.com/

Serra da Chela ( 2)

Serra da Chela, um dos ex libris do Lubango!

Namibe: Um cinema no meio da areia

Namibe, uma obra de arte no "meio" do deserto!

Namibe, ai tão perto!

Um magistral pôr do sol no Namibe. Que linda foto!!!!! Este é mais um sinal do sul!

Um sinal do sul (IV)

Serra da Leba, um dos mais referidos sinais do sul. Entre a Huíla e o Namibe.

SERRA DA CHELA ( 1)

“ A 15 quilômetros de Lubango, capital da província de Huíla, um condomínio turístico está fazendo grande sucesso entre as pessoas que desejam passar alguns dias ou um fim-de-semana em total contato com a natureza, mas dispondo de uma infra-estrutura de alojamento com todo o conforto da vida urbana moderna. É o Complexo N. S. do Monte, encravado na Serra de Chela, a 2 mil metros de altitude. ~
O passeio pode terminar no alto da Serra da Chela, onde fica a cidade de Humpata, também cheia de atracções, como o histórico Cemitério dos Boers, a barragem das Neves, o mirante e a Estação Zootécnica.”
http://www.fesa.org.br/Imprensa/AngolaHoje/2004/Mai-Jun/pag27.htm