sexta-feira, janeiro 19, 2007

" Angola é de todos nós"

>Brasil- Segundo o Jornal Brasileiro,Estadao, o rapper MCKappa (ou MCK) é uma espécie de voz quase solitária em sua Angola. Por suas letras virem carregadas de denúncias sociais e alertando para a democracia ditatorial imposta em seu país, MCK já sofreu ameaças. Já o quiseram calar. Mas ele não se intimidou. “A música é um instrumento de luta”, prega na abertura de seu CD Nutrição Espiritual (Masta K Produsons), o segundo da carreira. Nela, ele defende ainda que o rap angolano tem de trazer a própria identidade, a própria cara, “a fotografia da voz”. “Para que imitar o 50 Cent?”, chega a questionar. Segundo ele, em Angola, não existem muitos rappers nessa linha mais revolucionária. Grande parte deles prefere continuar a copiar o modelo de rapper criado pelo americano, que exalta as festas, as mulheres. Em cada faixa, MCK traça um pouco do retrato de quem vive na favela angolana - que não é muito diferente da realidade de quem mora na favela de qualquer lugar do mundo. Por isso, as agruras contadas e rimadas por ele se tornam tão universais. Em Atrás do Prejuízo, fala da luta diária por trabalho, por sobrevivência. “Eu vou sorrir pra não chorar é mais um dia na minha vida”, diz no refrão. Alerta que a democracia não cai do céu em O Silêncio também Fala, numa referência direta aos governantes de Angola, onde a liberdade de expressão é controlada e o totalitarismo, velado. Longe de ser um rap de entretenimento, desses que ouvimos a toda hora nas rádio, Nutrição Espiritual é um CD de letras diretas, fortes. Não indicado para estômagos sensíveis. Fonte: Estadao.com.br</

Uma homenagem ao Lubango e ao Namibe....

Continua a polémica, travada por questões politicas, sobre se a Serra da Leba e as suas magestosas curvas são pertença do Lubango ou do Namibe. Quem sai do mar ( subindo, é claro) depara-se, depois de degustar qualquer coisa nas mangueirinhas, com um control para portagens. Ai, foi iniciativa do governo provincial da Huila exigir valores para a "travessia" e consequente observação de tão importante maravilha. Não seria sacrílegio nemhum apontar uma nova maravilha do mundo! Mas a Leba lá está e a disputa também, apesar de incubada entre os contendores, pois assim é politicamente.....

A velhinha cidade de Sá da Bandeira!

( Cristo Rei - no cimo da Serra da Chela) Mais um ano, mais um ponto somado na rota da vida, muitas vezes indigesta, desta urbe lançada, pelo calor do tempo a metrópole sulista, nesta Angola tida como nova. Passam os anos, mas o frio de rachar; o olhar redentor de cristo; a logíca turistica das coisas sem logíca são, hoje por hoje motivos de reflexão. Caminhamos, olhando para um Lubango que se espera cada vez melhor. PARABÉNS LUBANGO.... Há mais de 120 anos, exploradores madeirenses conheciam o planalto da Chela e depois um vale ao qual, com os anos deram o nome de cidade " Sá da Bandeira" em homenagem a outro exlorador lusitano. Hoje a cidade chama-se Lubango, em homenagem a um soba local, o planalto continua e a necessidade de densevolvimento faz a fé de quem está longe da terra. Lubango " Saudades de quem te ama".

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Fazendo História ( Luanda)

Imagem da construção na decáda de 70 do sec. XX do cinema Miramar em Luanda. Situa-se numa das mais " solicitadas" zonas residências de Luanda, com vista para a Baía, Ilha de Luanda e o seu porto de águas profundas. Uma zona onde varias chancelarias ocidentais procuraram "torrões" ou hectares de terra para abrir embaixadas. Eis um contributo, em imagem, para a história de Angola.

Cascata da Huíla

NO COMENT. " Maravilhosa é a natureza" .....

A janela da Leba

Decidi chamar ao miradouro " a janela da Leba", pois é através desta construção ereguida no tempo colonial que temos a melhor vista da Serra da Leba e as suas magestosas curvas, que enchem de encanto o mais comum dos mortais. O serpentear da Leba no curso por estrada Namibe- Lubango e vice versa encontra então no miradouro a melhor forma de levar para casa uma boa recordação das formidáveis terras do sul de Angola. Merece pois uma homenagem aqui na " SERRA DA CHELA". FOTO: Miradouro da cidade no alto da Nossa Senhora do Monte. Em primeiro plano bairro da Lage, Escola " 27 de Março" ex. Liceu "Artur de Paiva" ( ao fundo nos Eucalipitos) e as cidades que circundam o cosmopolitica Lubango. OBS: Repare no novoeiro e no clima que faz nas magestosas terras do sul. Imagem gentilmente cedida por M.Silva.

TUNDAVALA, a fenda do assombro

A Tundavala é um dos muitos pontos turisticos do Lubango. Ir ao Lubango sem "sentir" o assombro desta maravilha da natureza é como, permitam-me a velha comparação, ir a Roma, sem passar pelo Vaticano. São apenas 14 kms a noroeste do centro da cidade. A magia da natureza aliada a indiscutivel engenhosidade Divina estabeleceram uma fenda, uma cascata, um ribeiro e milhares de animais e micro organismos que encontram este local para viver. A Tundavala, como já tive oportunidade de dizer, é o preto e branco, o bom e também o mau. È que no fervor de refregas politicas haviam quem não pensava duas vezes em lançar os inimigos, reais ou imaginarios, fenda abaixo. Da Tundavala pode-se observar a Bibala, no auge daqulio que os povos nativos decidiram chamar de "Morro do Bimbe"!!!!

sábado, janeiro 13, 2007

A morte dos cinemas do Lubango

Uma das grandes recordações dos jovens da nossa "geração huilana" é termos a possibilidade ( nos tempos da saudade) de ir ao Cine teatro Arco Iris ou ao Odeon apreciar peliculas. Não havia domingo que tal não acontecia. Era ir, ver e ter conversa, já na segunda feira com os colegas de escola ou amigos do bairro sobre os filmes mais recentes. Havia até concursos para ver quem melhor contava os filmes. "Tempos de antanho" que a "saudade nostalgica" faz lembrar, com um misto de tristeza aguda profudamente atravessada no peito. Caso para se dizer " Lubango, saudades de quem te ama" ( Peço perdão pelas palavras roubadas de uma cançaõ) O Arco Iris e o Odeon tornaram-se, nos dias de correm, locais de culto. O governo não tugiu, muito menos mugiu. O restante, cine 1º de Maio, na zona da UNTA no João de Almeida, anda a cair de podre. Nem para Shows musicais estes locais servem. Passou o tempo e não existe o fomento da arte. Quem sabe agora com a abertura de casas de cultura o fenómeno não mude.... A esperança ( ainda) é a ultima a morrer. Salvem os cinemas dó Lubango. Ilustração: O moribundo Cine teatro Arco Iris e cena do filme "Matrix".

Ainda não havia poluição.....

Quando a poluição ainda era uma miragem. Hoje a realidade é outra, segundo ambientalistas e não só.....

A reabilitação da maternidade do Lubango

Não é menos verdade que todas as realizações positivas ou negativas do homem dependem em certa medida da consciência deste mesmo homem. Na verdade já se pode acreditar que aos poucos os empreiteiros huilanos já estão a concentrar as suas consciências, realizando obras com o sentido verdadeiramente humano. Quando se esperava que a reabilitação da maternidade do Lubango tivesse mais uma vez o valor de descartável, o empreiteiro daquela obra diz que é possível mudar a história de todas as obras para o desenvolvimento rápido da província. Realmente sem quererem levar as pessoas a dançar já antes a música pode-se afirmar com alegria que todos os empreendimentos que a província da Huila já ganhou, aquela instituição hospitalar são a que foi bem reabilitada com o sentimento humano. Espera-se por isso, que outros empreiteiros tenham olhos atentos para que se passe para outra fase da historia, com paginas totalmente de alegria para o bem de toda a sociedade angolana. São estas obras que a província necessita para um atendimento completo de todo o povo.

FOTO: Sala de reuniões do Governo da Huíla, onde "tudo" se decide.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

MPLA está a mudar os mensageiros mas (é claro!) mantém a mensagem Por ORLANDO CASTRO

Em Angola, os três principais órgãos de comunicação social do Estado têm a partir de hoje novas direcções gerais. A informação foi comunicada durante um encontro que o ministro da tutela Manuel Rabelais manteve com os directores cessantes. Independentemente da qualidade dos profissionais que entram e dos que saem, o Governo teima em “matar” o mensageiro e deixar (porque, claro, é isso que lhe interessa) incólume a mensagem... a bem das próximas vitórias eleitorais. Assim, Luís Fernando que se encontrava à frente do Jornal de Angola desde 1995, deixa o lugar a José Ribeiro, quadro da casa, ao passo que na Rádio Nacional de Angola Alberto de Sousa assumiu a direcção geral, secundado por Eduardo Magalhães que além chefia da direcção de informação passa ainda a acumular a direcção de programas. Na televisão Carlos Cunha foi substituído por Fernando Cunha, então director da Gráfica Popular com passagem também pelo Jornal de Angola, onde foi director administrativo e financeiro nos anos noventa. Cunha terá como adjunto para informação e programas o jornalista Amilcar Xavier até há pouco director do canal «A» da Rádio Nacional de Angola. Luisa Damião, adida cultural na embaixada angolana em Cuba empreenderá viagem de regresso a Angola para ocupar a direcção de Informação da Angop, o mesmo sucedendo com Albino Carlos, que se encontra no Canadá como adido de imprensa, para se ocupar da chefia do CEFOJOR. Perante a anunciada aparição de novos órgãos de comunicação social privados, o Estado joga tudo o que tem para manter os principais meios públicos ao seu dispor, desde logo porque sabe que eles são importantes para ganhar. São importantes porque chegam a onde os outros nem sonham chegar e, também, porque vão funcionar ainda mais como correia de transmissão da propaganda oficial. Por muito que o Conselho de Comunicação Social, Sindicato dos Jornalistas e outros organismos protestem, o MPLA não abre mão de um dos seus mais importantes trunfos eleitorais: Rádio Nacional, Televisão nacional e Jornal nacional. Ou seja, mantém a parte de leão e deixa aos outros, nomeadamente à UNITA, os ossos. E, ao que me parece, o partido de Isaís Samakuva contenta-se com pouco. Muito pouco, na minha opinião. EXTRAIDO DO SITE www.altohama.blogspot.com FOTO: Grandiosas instalações da RNA na Huíla.

Huíla volta a ter um museu funcional.

O Museu Regional da Huíla será reinaugurado em Fevereiro, depois de concluídas as obras de restauro de que beneficiou desde Março de 2006, garantiu o coordenador da comissão de gestão daquela instituição cultural, Avelino Elias. Segundo ele, aguarda-se apenas pela chegada de técnicos do Ministério da Cultura, que junto com quadros locais encarregar-se-ão pela montagem das peças, obedecendo aos critério exigidos. A reabilitação da estrutura, que hoje foi entregue a sua direcção pelo governador provincial, Ramos da Cruz, custou aos cofres do Estado 17.450.403 Kwanzas. No Museu Regional da Huíla estarão representadas 1.560 peças inventariadas e um número não revelado de outras ainda sem registo, que representam a cultura dos povos das províncias da região sul do país.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

As novas apostas na imprensa

Dois novos órgãos de comunicação social iniciaram na ultima semana mais um ciclo de vida para, como é de praxe, levar informação isenta, descomprometida, rigorosa, confiante, directa… entre outros adjectivos em que os “ mergulhos” pela língua de Camões lançam os mentores de tais projectos informativos. Tratam-se de uma estação de rádio e um jornal, este regional. O Kesongo, segundo o seu ideólogo e actual director pretende lançar-se pelos mercados de Luanda, Benguela ( sede da redacção central), Huila e Huambo. O outro meio de comunicação social, de que vos falava, é a Rádio Despertar, afecta a UNITA, uma emanação de uma antiga estação que este partido tinha no sudoeste de Angola. Tanto o Kesongo e a Rádio são bem vindos. O Kesongo aposta num filão informativa capaz de, num futuro próximo, trazer boas rendas ao projecto, bem como melhorar o acesso das pessoas do interior do país a informação descomprometida dos vários poderes (reais ou imaginários). Explorar a informação e dar informação as milhares de pessoas sedentas deste bem nas províncias do centro e sul do país pode ser considerada uma obra. Há limitações de varia ordem e corre-se, quase sempre o risco de se falhar nas contas. Já a Rádio Despertar que iniciou recentemente um conjunto de horas de emissão experimental, lança-se num mercado quase saturado de informação, mas nem toda descomprometida, é claro. Fontes houveram que garantiram que a ideia era lançar o projecto em Benguela, o que não aconteceu. Seja como for eis que a estação será mais uma voz a falar em Luanda, de Luanda e do país. Estou em crer que haverá uma boa rede de correspondentes para trazer os ouvintes o país real. A capital de Angola tem uma espécie de excesso de informação, dai que é salutar lutar por uma diversificação da informação alternativa pelo interior do país. A Imagem é o muito conhecido logotipo da Radio Ecclesia, " a voz dos sem voz"!

A MISSÃO

Naquela fresca manhã, ainda mal despontavam os primeiros raios de sol através das copas do arvoredo, Padre Carlos lentamente caminhava, seguindo um trilho pedestre entre os troncos, cheirando o perfume suave das folhas frescas, sorrindo com os chilreios da passarada. Fora divina a mão que o guiara a este local, para cumprir o desígnio de fundar no Sul de Angola uma Missão. Divinas paragens, de beleza convidando à meditação. Pertinho, ficava uma linda cascata. Continuou, pisando o chão fofo, de folhas caídas. O som do pisar das suas sandálias mudou quando chegou ao chão empedrado, do rudimentar pavimento que rodeava o modesto altar. Era nessa precária edificação, assemelhando-se a uma simples mesa de madeira que se preparava para celebrar a Missa matinal. A Missão da Huíla tinha sido fundada, mas o seu fundador não tinha encontrado uma igreja já pronta a inaugurar. Assim, enquanto era erigido o local de culto, tinha convencido os padres a fazer no meio da mata este recinto, como uma capela provisória. Com a madeira dos troncos das árvores cortadas para abrir a pequena clareira, se fizeram os bancos corridos, paralelamente dispostos em filas, como em qualquer igreja. Nesta, não se fazia sentir a necessidade do abrigo da Natureza. Antes, as paredes e teto afastariam os fiéis do pulsar da vida, luxuriante à sua volta, exuberante e plena, motivando louvores ao Criador. Assim reflectindo, interrogava-se Padre Carlos se quando estivesse edificada e pronta a bela e majestosa igreja projectada a cerca de cem metros dali, no calmo silêncio da doce luz coada do seu interior, se viria a ouvir pelas janelas da abóbada o piar das rolas... Extracto do blog "sulano" www.ndele-ndele.blogs.sapo.pt de José Frade

segunda-feira, janeiro 08, 2007

O verdejante Lubango

Por aqui na " Serra da Chela" as imagens também falam....

O arraso da picanha

Lá se foi Dezembro. E para fechar com chave e fechadura de ouro, eis que uma iniciativa feliz retirou-nos do bulício social em que o escriba, volta e meia, se sente lançado. Eis que surge a "PICANHA DO ARRASO". A iniciativa, muito por culpa de dois "camaradas de armas", entenda-se, canetas, arrasou com tudo e todos. Com os amigos ocultos ou não. Foi uma boa maneira de espantar o stress dos dias todos e de todos os dias. Prendas foram distribuidas e naquela tarde de 30 de Dezembro poucas eram as pessoas que resistiam á um sincero sorriso, muitas vezes contido devido as obrigações de uma sociedade como a nossa. Cá vai uma pequena ilustração .... Bem haja e que venha a proxima..... Foto 1: uma prenda a ser mostrada aos presentes Foto 2: Kota João numa desabrochada gargalhada de felicidade maxima.

A ilha das saudades ( 2) Luanda

Vista aerea de um dos ex libris da cidade, a baia e a ilha de Luanda

A ilha das saudades Luanda

Ilha de Luanda em 1975, para muitos só saudades.....

terça-feira, janeiro 02, 2007

Crianças escravizadas

No momento em que a atenção dos dirigentes está voltada à reconstrução de tudo aquilo que foi destruída pela guerra civil e outros crimes como a violação dos direitos humanos, ainda existem adultos neste mundo particularmente na província da Huíla que não se cansam de escravizar crianças. Quando se esperava que o sofrimento das crianças de carregar objectos pesados, pouca assistência médica ou medicamentosa; fome, salas de aulas quase sem condições, estivesse no fim, duas crianças foram jogadas em cacimbas pelas suas próprias mães no bairro Sofrio, uma fechada na mala durante 48 horas no município de Quipungo e outra ainda queimada pelos seus próprios encarregados de educação no bairro da Mitcha. Perante este quadro sonhava-se que aqueles que se lidam com a lei deveriam fazer cumprir a lei já que se trata de violação dos direitos da criança. Infelizmente depois das outras serem apresentadas aos homens da lei, estes, trocaram os artigos da lei e suas alíneas pelo kumbú. É bem verdade que o cabrito come onde estiver amarrado, mas é preciso compreender que a vida humana não se compra com dinheiro e também é muito importante acreditar que nem sempre onde se encontra amarrado o cabrito existe capim. Por isso, é necessário que a justiça seja feita o crime e não segundo o kumbú.F.Polo

Reformados

Neste momento particularmente diferente de todos os tempos da historia angolana, acredita-se que todo o angolano de raiz é chamado para dar o melhor de si, não só para a reconstrução nacional que a época exige mas como também para ajudar o governo em diminuir a pobreza que atingiu muito cedo a maioria da família angolana. Entretanto, nesta tarefa, que é confiada a cada um, muitas perguntas surgem: Valerá apenas ou não que cada angolano deia o melhor de si, já que depois de passarmos para a fase da reforma somos totalmente esquecidos pelos fortes desta época. O exemplo desta realidade é assistido em cada fim do mês em que muitas das vezes aqueles que no passado muito recente deram o melhor de si para o desenvolvimento desta província são obrigados a permanecerem aglomerados durante semanas afim de levantarem as suas pensões de reforma. Muitas instituições publicas da cidade capital, nunca tiveram a mínima ideia do quanto é que aqueles velhos deram para este País, porque senão já deveriam desdobrar espaços que permitissem que aqueles velhos recebessem mais espaços como no passado. Seria justo e ate humano se os responsáveis daquelas instituições que foram confiadas a missão de atenderem as preocupação dos reformados que tivessem outras atitudes, verdadeiramente humana para se encontrar outro lado da vida daqueles que muito contribuíram para o desenvolvimento do país. É preciso compreender que se as crianças no seu dia-a-dia caiem os mais velhos não escaparão, quer dizer na lei da vida ninguém escapará da velhice, ainda que a caminhada venha ser lenta demais, lá chegaremos. Na verdade é necessário que se arranje um novo modelo adaptável aos reformados para que se produza uma determinada forma de vida social que permitirá por sua vez que estes velhos atinjam outros objectivos, valores falta de comportamento que darão coesão à realidade social actual, proporcionando uma justificação fundamental da vida e a sua forma de ser básica.Por Francisco Polo